28 de fev de 2010

Questões Cisco CCNA em Português !

A Multirede, uma partner oficial da Cisco que oferece treinamentos oficiais da gigante das redes para o mundo corporativo oferece uma Prova de nivelamento GRÁTIS e em PORTUGUÊS para verificar se os candidatos ao curso de ICND2 (o equivalente aos módulos 3 e 4 do Netacad) tem condições de cursa-lo ou se o aluno deve cursar TCP/IP básico ou ICND1 antes de encarar o curso. São 34 questões de múltipla escolha que são muito úteis para quem está se preparando para a Prova de CCNA e quer verificar se está dominando o conteúdo dos dois primeiros módulos.

O resultado SAI NA HORA. Confiram em: www.multirede.com.br/prova.php

26 de fev de 2010

Seu DNS está OK ???

Para quem curte Segurança de Redes, ai vai uma questão interessante: O Servidor DNS de sua empresa está corretamente configurado ?

Usando uma rotina de varredura em PHP num site que encontrei na Internet, fiquei bobo de ver quantos sites comerciais apresentam sérios problemas de configuração em seus Servidores DNS. Coisas do tipo:

"Um ou mais servidores DNS estão aceitando conexões recursivas. Isso significa que eles estão abertos para qualquer um na Internet.

Além de causar load em seus servidores, eles ainda podem ser usados para realizar ataques."

Quer experimentar ? Vá no endereço abaixo e confira:

http://www.ipok.com.br/dnsreport.php

25 de fev de 2010

Colecione Cheat Sheets !

Este material já havia sido divulgado pelos nossos amigos Sandro e Thais há algum tempo, mas acho muito bom relembrar !!!

Cheat Sheets são pequenos resumos gravados em PDF de, no máximo, 2 paginas, que trazem as principais informações de um protocolo de roteamento ou tecnologia de Redes. Para quem estuda os conteúdos cobrados pelo CCNP são excelentes resumos.

Os temas são muito variados:
  • Interior Routing Protocols (que acabou de sair do forno, vide imagem acima)
  • BGP
  • EIGRP
  • First Hop Redundancy
  • IEEE 802.11 WLAN
  • IEEE 802.1x
  • IPsec
  • IPv4 Multicast
  • IPv6
  • IS-IS
  • OSPF
  • PPP
  • Spanning-Tree
Tem também NAT, MPLS, QoS e muito mais !!!

Download gratuito, monte já sua coleção de Cheat Sheets em:

23 de fev de 2010

Especialize-se e atenda aos requisitos do mercado

Para quem está procurando uma pós na área de TI, vale a pena conferir esta bateria de Palestras gratuitas sobre os cursos de Pós-Graduação na UNICID:

Palestra

Você é nosso convidado para participar da palestra sobre os cursos de Pós-Graduação de TI da UNICID:

É uma boa oportunidade para obter mais informações além de realizar uma entrevista com o coordenador do curso. Conheça os cursos que formam os profissionais mais competentes no mercado de tecnologia: (Inscrições abertas)

Pós-Graduação em Gerenciamento de Projetos de TI

Disciplinas:

· Segurança da Informação
· Gestão de Riscos em TI
· Auditoria em TI & COBIT
· Gestão da Continuidade de Negócios
· Gestão de Pessoas - Liderança & Motivação
· Fundamentos em Gerenciamento de Projetos e Processos
· Direito Eletrônico - Legislação e Ética
· Metodologia do Trabalho Científico
· Gerenciamento da Integração e Escopo do Projeto
· Gerenciamento do Prazo do Projeto
· Gerenciamento de Custos do Projeto
· Gerenciamento da Comunicação e Qualidade do Projeto
· Gerenciamento das Aquisições do Projeto
· Gerenciamento de Projetos - Jogos de Empresas

Links para Inscrições: (gratuitas)

· Ter/qui:

· http://online.unicid.br/Form/index.php?cod=1185

· Sábados:

· http://online.unicid.br/Form/index.php?cod=1186

Pós-Graduação em Governança de TI (Gestão de TI)

Disciplinas:

· Segurança da Informação
· Gestão de Riscos em TI
· Auditoria em TI & COBIT
· Gestão da Continuidade de Negócios
· Gestão de Pessoas - Liderança & Motivação
· Fundamentos em Gerenciamento de Projetos e Processos
· Direito Eletrônico - Legislação e Ética
· Metodologia do Trabalho Científico
· Empreendedorismos e Jogos de Empresas
· Marketing Estratégico e Gestão Financeira em TI
· Gestão de Serviços (ITIL) e Contratos (SLA/SLM)
· Tópicos Avançados (SOX, Basileia II, Resolução 3380, COSO)
· Gestão da Qualidade em Software - Ênfase em CMM e CMMI
· Business Inteligence (BI) e Indicadores de Desempenho - (Scorecard)

Links para Inscrições: (gratuitas)

· Ter / Qui:

· http://online.unicid.br/Form/index.php?cod=1187

· Sábados:

· http://online.unicid.br/Form/index.php?cod=1188

Pós-Graduação em Segurança da Informação

Disciplinas:

· Segurança da Informação
· Gestão de Riscos em TI
· Auditoria em TI & COBIT
· Gestão da Continuidade de Negócios
· Gestão de Pessoas - Liderança & Motivação
· Fundamentos em Gerenciamento de Projetos e Processos
· Direito Eletrônico - Legislação e Ética
· Metodologia do Trabalho Científico
· Política de Segurança da Informação
· Redes de Computadores e Telecomunicações
· Segurança em Redes de Computadores
· Segurança em Sistemas Operacionais
· Investigação Forense Computacional & Técnicas de Ataques e Proteções
· Fundamentos da Criptografia, Certificado Digital e Assinatura Digital
· Segurança em Aplicações e Banco de Dados

Links para Inscrições: (gratuitas)

· Ter / Qui:

· http://online.unicid.br/Form/index.php?cod=946

· Sábados:

· http://online.unicid.br/Form/index.php?cod=1184

Diferencial: Após o término de um dos cursos mencionados acima, através de aproveitamento de estudos, o aluno poderá obter a 2ª e 3ª certificações em tempo reduzido (6 meses)

Vantagens: Menos tempo e investimentos (aproximadamente 60% do segundo e terceiro curso, você não paga).



Escolha uma data: 25/02, 04/03 e 11/03, as 19:30

Local:
UNICID - Universidade Cidade de São Paulo (próximo ao Metrô Carrão)
Rua Honório Maio, 145 - Prédio Beta – Sala 001

Confirme sua presença pelo e-mail: ejmartins@gmail.com

Participe desta palestra e se prepare para ser um profissional de destaque

22 de fev de 2010

NBAR - O dedo duro das aplicações!

Boa tarde a todos!

Vamos direto ao assunto...!

NBAR (Network Based Application Recognition) é um mecanismo criado pela Cisco pra, nada mais nada menos, que descobrir o tipo de tráfego (baseado nas portas layer 4) passando por uma interface especificada. E não somente portas conhecidas (<1024), como portas altas, por exemplo de programas P2P!

O objetivo é verificar o tipo de tráfego passando para depois serem aplicadas regras de QoS a fim de priorizar o tráfego que necessita mais prioridade, e limitando o tráfego "não interessante".

E tem mais, é bem simples de habilitar:

Router#configure terminal
Enter configuration commands, one per line. End with CNTL/Z.
Router(config)#interface FastEthernet 0/0
Router(config-if)#ip nbar protocol-discovery
Router(config-if)#


Pronto!

Agora para verificar:

show ip nbar resources -> podemos verificar o quanto de memória o NBAR está utilizando.
show ip nbar -> todo o tráfego passando pela interface.
show ip nbar protocol-discovery top-n -> verificar somente o tráfego das top "N" aplicações que estão utilizando os recursos (memória, cpu, etc) do roteador/MLS(Multi-Layer Switch).

A imagem abaixo nos mostra um exemplo do nbar habilitado em um roteador:



Pronto! Agora é só configurar o QoS :)

Abraços!!

Referência: http://slaptijack.com/networking/using-cisco-nbar-to-monitor-traffic-protocols-on-your-network/

21 de fev de 2010

Senha Padrão

Caros,

Julgo interessante um link que nos fornece a senha padrão para diferentes fabricantes de equipamentos de redes, pois eu mesmo já precisei de senha padrão e não foi tão fácil encontrar.

Default Password

Abraços,

Chamada de Trabalhos GTER

O Grupo de Trabalho de Engenharia e Operação de Redes, em sua 29ª Reunião a ser realizada nos dias 14 e 15 de maio de 2010 em São Paulo, convida a comunidade de operadores de serviços internet no Brasil para o envio de apresentações sobre Engenharia e Operação de Redes Internet.

Saiba mais em http://eng.registro.br/pipermail/gter/2010-February/029420.html

Abraços,

20 de fev de 2010

VLSM na velocidade da Luz !!!

Para aqueles que tem dificuldades nos cálculos de máscara de sub-rede de comprimento variável (VLSM para os íntimos !) segue um link bem interessante:


http://www.vlsm-calc.net/


Muito Prático ! Vc define as localidades, a quantidade host em cada site e a rede base que será utilizada para criar as sub-redes de tamanho variável.

Pronto !!! Além de nos trazer as faixas e as respectivas máscaras em cada site, nos dá uma estatística quanto ao aproveitamento de endereços IP.

Vale a pena conferir.

Abs,

19 de fev de 2010

Esposa de Candidato a CCIE

Este poema foi postado originalmente na lista de discussão do Group Study CCIE e foi supostamente escrito pela esposa de um candidato a CCIE. Ia postar a tradução aqui mas achei que iriamos perder a beleza das rimas em inglês, quem quiser, é só jogar em qualquer tradutor on-line e conferir.

Vejam só:


THE WOES OF A WIFE….

Loneliness, boring hours and silence is for me,
meet me i’m the wife of a CCIE-to-be,

Nothing to do but to read the stories of wizards and witches,
while my husband stare at his routers and switches,

My days have become long and drab,
only because he has to give his lab,

To him i wouldn’t look so dull and drony,
If only he’d leave alone his IP Telephony,

For me, no outing no romance no disco,
ah! how i hate this word “CISCO”,

We could better discuss and plan OUR future,
but no! he’s more interested in MPLS architecture,

I love him with all my heart and body and soul,
but he has eyes only for the routing protocol,

I have to beg him to take me to a mall,
between him and me is always a “firewall”,

My good old “cisco-free” days are lost in a mist,
I sure wish i could use his “access list”,

My woes are as vast and as deep as a sea,
meet me im the wife of a CCIE-to-be……

Regards,
Anser
Obs: Márcia, minha querida, não tenha medo, isto é só uma fase passageira. Depois do conquistar o título, é só refazer a Prova Teórica a cada dois anos ...
Não vai embora não !!! Volta amor !!!
Referência:

http://www.eusouobozo.com.br/blog/wordpress/?p=506

Ferramentas para Gerência de Redes


Olá PessoALL,
A dica para este final de semana é conferir as ferramentas para gerência de Redes disponibilizadas gratuitamente por uma organização chamada CAIDA no site:

http://www.caida.org/tools/taxonomy/index.xml

Tem de tudo: Análise de tráfego, consumo de banda, latência e muito mais !

Vale a pena conferir !!! Postem aqui o que acharam do site !

Have Fun !!!

IPv6 - Fique ligado!

Boa tarde pessoal,

Venho através desse post encorajar todos os leitores que ainda não sabem, ou pouco conhecem, que vejam o curso sobre IPv6 que estou passando. É um E-Learning feito em flash pelas comunidades nic.br e cgi.br que faz um overview sobre este protocolo que muitos tem medo, ou simplesmente acreditam numa reviravolta do bom e velho IPv4 (que está quase acabando).

O fato é, ele já está entre nós, e nós profissionais de rede temos que nos adaptar a essa mudança, e estarmos preparados.

O link para o curso é http://curso.ipv6.br/

Divirtam-se!!!

Dúvidas, comente.

Abraços!

18 de fev de 2010

TCL Scripts para 1001 Utilidades !!!

Quem faz os cursos CCNP no Netacademy aprende a usar um TCL Script básico para testar a conectividade dos cenários montados durante o curso. Só para isso que um TCL Script serve ???

Claro que não !!! Um Script feito em TCL pode ser usado para, entre outras coisas, tarefas relacionadas a:

  • Gerenciamento de Rede
  • QoS
  • Capacity Planning
  • Roteamento
  • Diagnósticos
  • Segurança
  • . . . Ufa ! Já deu para notar que o Script é como Bombril ! tem 1001 utilidades !!!

Bom, como começar a aprender este trem ??? A Cisco tem uma área para que os usuários de seu IOS façam upload e compartilhem seus scripts, como vcs pode conferir em:

http://forums.cisco.com/eforum/servlet/EEM?page=search_results&fn=search&catId=0&count=20&skip=0&sortBy=3&order=DESC&mode=browse

Tem scripts dos mais variados, desde como gerar números randômicos no IOS até criar rotinas mais complexas para gerência e segurança do IOS.

Vc vão perceber que, para dominar a sintaxe do TCL Script e passar a construir seus próprios exemplos, muitas BHCs deverão ser gastas (BHC = Unidade de Medida de Esforço que significa Bunda-Hora-Cadeira).

Para entender melhor a TCL Syntax, sugiro que leiam:

http://www.cisco.com/en/US/docs/ios/12_3t/12_3t2/feature/guide/gt_tcl.html


Agora vamos lá, mãos a obra !!!

Fonte:
Denis Valeretto, aluno do Curso CCNP1 no SENAC Consolação, aos sábados, a quem dedico este post (realmente não pode ser normal um cara que gosta deste tipo de coisa !!!)

17 de fev de 2010

Chat em Tempo Real entre Roteadores Cisco

Você provavelmente já sabe que é possivel enviar mensagens de uma linha vty para outra dentro de um mesmo roteador Cisco:
R1#send ?
* All tty lines
<0-17> Send a message to a specific line
aux Auxiliary line
console Primary terminal line
log Logging destinations
qdm Send a message to QDM client
vty Virtual terminal
xsm Send a message to XSM client

R1#send 1
Enter message, end with CTRL/Z; abort with CTRL/C:
Hi
^Z
Send message? [confirm]

R1#

***
***
*** Message from tty0 to tty1:
***
Hi
A novidade é que é possivel enviar mensagens de um roteador para o outro usando pacotes UDP sem garantia de entrega, como se fosse um telnet sem ter que estabelecer uma conexão. Vejam isto:

R1#conf t
Enter configuration commands, one per line. End with CNTL/Z.
R1(config)#line vty 0 15
R1(config-line)#transport output ssh udptn
R1(config-line)#^Z
R1#

R2#conf t
Enter configuration commands, one per line. End with CNTL/Z.
R2(config)#line vty 0 15
R2(config-line)#transport output ssh udptn
R2(config-line)#^Z
R2#


Se vc quer uma comunicação bidirecional,precisar ativar o recurso nos dois routers. Vc pode usar qualquer porta acima de 1024 ou então a porta padrão 57:

R1#udptn 1.1.1.2 3740 /transmit /receive
Trying 1.1.1.2, 3740 ... Open

R2#udptn 1.1.1.1 3740 /transmit /receive
Trying 1.1.1.1, 3740 ... Open

R2#udptn 1.1.1.1 3740 /transmit /receive
Trying 1.1.1.1, 3740 ... Open
How are you doing today?
! This was typed on R1

R1#udptn 1.1.1.2 3740 /transmit /receive
Trying 1.1.1.2, 3740 ... Open
Fine, thanks
! This was typed on R2

Confira o post completo (em inglês) no endereço:

http://ccie-in-3-months.blogspot.com/2010/02/realtime-chat-between-cisco-routers.html

14 de fev de 2010

Suíte de Telecomunicações Multiplataforma

PessoALL,

Para aqueles que se interessam por infra-estrutura de Redes, vale a pena conferir o Projeto Jubarte desenvolvido pelo Benjamin Gois:

Jubarte é um projeto opensource que tem o objetivo de criar uma suíte completa de aplicativos para cálculo e a análise da viabilidade de enlaces de telecomunicações. Este software opensource foi criado apartir das deficiências detectadas pelo projeto Mux-Linux. Criei uma pequena Apresentação para descrever a relação entre os projetos.

Até o momento, o Jubarte contempla:

* Rádio
o Links Ponto-a-ponto em visada direta
o Obstrução de elipsoides de fresnel
* Fibras ópticas
o Análise de links ópticos quanto a Atenuação e dispersão de sinais.
o Definição de perfil da fibra.
* Satélites
o Cálculo de elevação, azimute e angulo de polarização de antenas para satélites geoestacionários.
o Análise de viabilidade de enlace.
o Cálculo de FI para MODEMs e conversores de subida e descida.
o Definição de transponders em uso na banda C.
* Telefonia IP
o Dimensionamento de tráfego de voz (mídia)
o Dimensionamento de tráfego de sinalização
o Benchmark de CPUs de mercado durante processamento de chamadas
o Cálculo de Erlang-B
* Sistemas de Refrigeração
o Dimensionamento de ar condicionado
* Sistemas de fornecimento de energia ininterrupta
o Dimensionamento de banco de baterias
o Dimensionamento de nobreaks

Maiores informações e Downloads dos arquivos do Projeto podem ser obtidos em:

http://sites.google.com/site/jubartecalc/


Há também um artigo sobre o Jubarte escrito pelo próprio Benjamin Gois em:

http://www.guiadohardware.net/tutoriais/jubarte/


Referência:

http://blog.ccna.com.br/forum/comments.php?DiscussionID=2217&page=1#Item_0

11 de fev de 2010

Emendas de Cabo UTP

Mais um post pra colocar um pouco de noção na cabecinha das pessoas.

Eu realmente quero acreditar que não conheço ninguém que já tenha feito isso. Mas se eu conheço e não sei, por favor, que continue assim. Essa é uma das lições importantes que eu aprendi com o filme "Cemitério Maldito", onde o velho dizia que "Tem coisa que é melhor não saber.".

Bom... não me lembro exatamente como o assunto ressurgiu mas...

Emendas de cabo não devem existir em uma rede. Nem aquelas "bem feitinhas" porque elas comprometem o desempenho. Se uma emenda for realmente necessária, deve ser feita em caráter emergencial e o cabo deve ser substituido o mais rápido possível.

Se as "bem feitinhas" não devem permanecer nas instalações por muito tempo, acho que eu não preciso falar nada das "outras", né?

Essa aqui foi tirada da rede de uma empresa pelo meu marido. Ele me deu de presente, primeiro pra me torturar, e segundo pra eu usar nas minhas aulas de Cabeamento Estruturado e CCNA do Senac. Eu cuido dela com muito carinho porque a uso até hoje. E tem que ter carinho mesmo, senão...

Essa outra aqui eu vi há pouco tempo no blog Diário de Infra. O escritor do blog a chamou de emenda Bola de Fogo. Acho bem conveniente! Pensei até em dar um nome pra minha também, mas não consegui pensar em nada criativo.

De qualquer forma, são exemplos PERFEITOS de coisas que fazem a rede se comportar de maneira que ninguém entende até o infeliz que fez a emenda confessar.

Cabos UTP têm um motivo para serem trançados e têm um motivo para alcançarem as distâncias que alcançam. É Física pura e simples. Nem precisa fazer faculdade pra entender isso. A gente aprende os motivos pra essas coisas todas no segundo grau (campos magnéticos, correntes elétricas, indução, resistência, condução....................).

Bem... é triste pra mim lembrar que sou certificada Furukawa (já deve ter vencido mas, de qualquer forma, no mínimo, já fui certificada) porque até eu consigo perceber que é nerdisse demais... Além disso, estudei um bocado de Física pra prova de admissão no mestrado em Astrofísica do INPE... bem... anyway... como já foi e não tem mais como voltar atrás... Se vocês quiserem eu explico tooooda a Física envolvida num cabo UTP pra vocês, mas, na boa, não é tão difícil entender que as aberrações das fotinhos devem ser proibidas numa instalação de gente grande, né?

E se algum ex-aluno meu, um dia fizer alguma coisa parecida com isso, saiba que você será amaldiçoado pelo resto da sua vida. Aquelas maldições bem punks mesmo! Que não vai ter "ritual de ano novo" que tire, ok?

Pronto... desabafei. Até a próxima, pessoas.

Google não pára de inovar !!!

Ontem na Federal fui apresentado ao Buzz, uma espécie de Twitter do Google só que melhor ! Sem o limite dos 140 caracteres e integrado ao Google Maps, este novo serviço permite permite localizar a pessoa que está "Buzzando" com uma precisão incrivel. Nem George Orwell teria pensado em algo assim !!!

Nem me adaptei ao novo recurso que aprendi ontem , e hoje me deparo com a seguinte noticia:

Google lança provedor de Internet 1GBPs.

por Gustavo Lima em 10/02/10 às 9:17 pm

O Google mais uma vez inova o mercado lançando o seu provedor Internet fornecendo conexões de 1GPS utilizando fibra ótica. O Google informa que fornecerá esse serviço com valores agressivos ao público. Não se esqueçam que no ano passado, o Google foi um dos maiores patrocinadores quanto a passagem de cabos transcontinentais para acesso à Internet.

É mole ? assista ao vídeo no Youtube (em inglês, é claro !) sobre a ultra banda-larga do Google:



"Estes caras ainda vão dominar o mundo !!!"

10 de fev de 2010

Arquitetura das famílias Catalyst 6000/6500 - Parte I

1.Arquitetura de Supervisor



Dois componentes são adicionados nos switches dessa família para funcionalidades de camada 3:

- PFC(Policy Feature Card – aka Data Plane): Utilizado para prover comutação de camada 3, QoS e ACL. Caso o PFC não tenha um route processor, não será possível efetuar comutação de camada 3.
- MSFC(Multilayer Switching Feature Card – aka Control Plane): É um componente que contém IOS e é baseado na performance do router 7200. Esse card contém um route processor que é necessário para que o PFC efetue comutação de camada 3.

Existem três modelos de Supervisor que podem ser encontradas nesses modelos de switches: 1A, 2 e 720. Cada modelo tem sua particularidade e pode ser combinado com diferentes versões de PFC e MSFC.

1.1 Supervisor 1A sem PFC: Nesse caso, o switch é basicamente de camada 2, não podendo efetuar comutação de camada 3 / 4, QoS nem ACL.
1.2 Supervisor 1A com PFC-1: Com o PFC-1, já é possível efetuar QoS de camada 3 / 4, ACL, flow cache, porém comutação de camada 3 somente poderá ser executada com o MSFC. A velocidade de encaminhamento chega até 15Mbps.
1.3 Supervisor 1A com PFC-1 e MSFC-1/MSFC-2: A diferença da MSFC-1 da MSFC-2 é a velocidade, pois as funcionalidades são as mesmas. Neste caso, já é possível utilizar route-cache para maior velocidade de transmissão. O primeiro pacote é analisado pelo route processor, e a layer 3 engine guarda a informação do flow no flow cache, podendo efetuar comutação de camada 3 nos próximos pacotes que se referem ao mesmo flow.
1.4 Supervisor 2 com PFC-2: A supervisor 2 já vem integrada o PFC-2. A mudança do PFC-1 para o PFC-2, é o dobro da velocidade, e mais ACLs que podem ser armazenadas em hardware. Porém, sem MSFC(route processor) não é possível gerar as informações de CEF(Cisco Express Forwarding) para comutação de camada 3.
1.5 Supervisor 2 com PFC-2 e MSFC-2: MSFC-1 não é suportado nessa supervisor, portanto MSFC-2 tem que ser usado. Nesse modelo é possível comutação de camada 3. Com esse modelo os pacotes são comutados a uma velocidade de 30 milhões de pacotes por segundo.
1.6 Supervisor 720: Já vem integrada com PFC-3, MSFC-3 e Crossbar Switching Fabric.


Depois postarei as outras partes. Se tiverem dúvidas ou críticas, por favor comentem!

Obrigado!

VMPS - Um Servidor para VLANs Dinâmicas


Quem conhece o material do Cisco Netacademy sabe que o assunto VLANs dinâmicas sempre foi tratado superficialmente. Tudo bem, VLANs dinâmicas permitem que um host faça parte de uma determinada VLAN no momento em que é admitido na rede. Ao contrário das VLANs estáticas, não importa a interface 'a qual o host está conectado, o Switch "descobre" a que VLAN a máquina deve pertencer e a vincula automaticamente.
O mais comum é termos um banco de dados de MAC Addresses cadastrados num arquivo disponivel em um Servidor TFTP e um Switch que suporte o protocolo VQF - VLAN Query Protocol, para a consulta a este database de MACs.
Os Switches que geralmente usamos nos cursos CCNA e CCNP (2950, 2960 ou mesmo 3550,3560) podem ser configurados como clientes que suportam VLAN Dinâmica mas, como Switch Server, teríamos que ter um appliance da familia 4000, 5000 ou 6500 para ser nosso server VMPS (VLAN Management Policy Server ).
Que fazer ? O GNS3 não suporta simular estas caixas baseadas em tecnologia ASIC. Seria preciso uma outra solução aberta para criação de VLANs dinâmicas.
Andei fuçando pela NET afora e encontrei o OPEN VMPS, ou seja, através de Engenharia Reversa (sniffando o tráfego de um Server VMPS real) foi desenvolvido um Server VMPS experimental que resolve nossos problemas.
Para baixar nosso Server VMPS GNU vá até:

http://sourceforge.net/projects/vmps/files/
Confesso que ainda não fiz todos os testes que gostaria por absoluta falta de tempo ! Há uma série de detalhes para a configuração dos Switches Client e Server VMPS (como a figura acima ilustra, podemos ter mais de um Server VMPS no domínio de Switches).
Para maiores informações sobre a configuração do VMPS nos equipamentos Cisco, acessem:

http://www.cisco.com/en/US/docs/switches/lan/catalyst2950/software/release/12.1_9_ea1/configuration/guide/swvlan.html#wp1118570
Bom, a idéia é instalar o OPENVMPS numa Distro Linux e começar a brincar. Thais, Thiago e Cia., vcs que tem milhares de Switches a disposição poderiam testar esta solução e comentar o que acharam aqui no Netfinders ???
Grande Abraço !!!

9 de fev de 2010

Windows TimeLine

PessoALL,

Segue no link abaixo uma Linha do Tempo com todos os Sistemas Operacionais Microsoft lançados, desde o bom e velho DOS até o Windows 2008.

Puxa, acho que estou ficando velho, me lembro da maioria deles !

Have Fun !!!


http://www.levenez.com/windows/

7 de fev de 2010

Prepare-se criando seus Próprios Exames !



Quem se prepara para Provas de Certificação usando um PDF com perguntas e respostas estilo Testking e afins não consegue simular o tempo de Prova que é definido no exame e corre o risco de cair na tentação de olhar direto as respostas antes de procurar resolver a questão.

Para resolver estes problemas, existe um Motor de Provas chamado Visual CertExam Suite, que utiliza arquivos .VCE para rodar Provas e pontuar resultados. A primeira vez que ouvi falar de arquivos .VCE foi nas aulas da Formação MCSA com o Nalin. Agora, o Jonas, meu aluno de CCNP aos sábados, resgatou este assunto que pode ser de grande utilidade para todos !

Existe uma série de arquivos .VCE prontos para se usar com o Visual CertExam, também é possivel pegar um .PDF comum e transforma-lo num .VCE, usando uma espécie de linguagem de marcação semelhante ao HTML.

Para baixar o Motor de Provas e os arquivos .VCE prontos, bem como um tutorial de como criar seus próprios .VCE acesse:


http://www.examcollection.com/

Have Fun !!!

Labs CCNP

Quem passou esta dica foi o Ronaldo, no Fórum do Blog ccna.com.br. Dentro do site net130, um velho conhecido de todos aqueles que buscam Testkings, Pass4sures e afins, uma lista com vários e-labs CCNP. Vale a pena conferir:

http://www.net130.com/ccnp-labs/index.htm

5 de fev de 2010

Solução Cisco é adotada em Escolas Públicas dos EUA


Escolas públicas do Alabama utilizam Sistema de Mídia Digital da Cisco para compartilhar notícias, cerimônias de graduação e conteúdo instrucional em digital signage

Situado no estado norte-americano do Alabama, o Distrito Escolar Regional de Mobile tem 96 escolas de ensino fundamental, médio e superior, onde são atendidos 63 mil alunos. Maior empregador no estado do Alabama, o Distrito Escolar Regional de Mobile tem 9.100 funcionários, incluindo 4.400 professores, e um orçamento anual de U$ 700 milhões de dólares.
Na tentativa de melhorar as relações com a comunidade, a excelência educacional e a eficiência administrativa, decidiu-se implantar um sistema abrangente de digital signage que se tornou um dos maiores cases recentes da Cisco em todo o mundo. As Escolas Públicas do Distrito de Mobile agora usam o Sistema de Mídia Digital Cisco para criar, gerenciar, publicar e acessar mídia digital de alta qualidade em digital signage, assim como em um portal de vídeo de desktop.
Confira toda a reportagem em:

4 de fev de 2010

Acesso a conexões rápidas é bastante desigual mundo afora

Os números impressionam, mas trazem um alerta. Em setembro de 2009, 1,7 bilhão dos 7 bilhões de pessoas do planeta podiam navegar pela internet, um aumento de 18% em relação ao mesmo período de 2008. Desse total, 42% estavam na Ásia, o continente mais populoso do mundo, 24% na Europa, 25% nas Américas, 5% na Oceania e apenas 4% na África. A discrepância, porém, não se dá apenas no número de pessoas que acessa a internet, mas também na qualidade da navegação.
Tomando os continentes como referência, é possível ver o tamanho da desigualdade no acesso à banda larga. Enquanto na Europa 68% das conexões são feitas em alta velocidade, na África o índice cai para 11%, segundo dados da empresa de monitoramento de tráfego na internet Akamai. Na América do Sul, a situação é levemente melhor do que a africana, com 17% dos acessos sendo feitos a velocidades superiores a 128 Kbps tanto para download quanto para upload. Esta é a velocidade definida pela União Internacional de Telecomunicações (UIT) como mínima para ser considerada de banda larga. Ainda no quesito percentual de acesso, a América do Norte apresenta índice de 57%, enquanto a Oceania chega a 44% e a Ásia, a 45%. Logo, apenas na Europa mais da metade das conexões são feitas em alta velocidade.Porém, por que um país precisa tanto de banda larga hoje em dia?
“A banda larga não é mais um luxo. Ela se tornou a infraestrutura central da economia moderna, necessária para prover aplicações e serviços avançados a governos, empresas e consumidores”, respondeu Sami Al Basheer Al Morshid, diretor do escritório de desenvolvimento da União Internacional de Telecomunicações (UIT), durante a Cúpula da Comunidade Estados Independentes, evento que reúne representantes de diversos governos, realizada em novembro de 2009 em Minsk, capital da Bielorrússia, na Europa Oriental.Essa infraestrutura é que permite o acesso a aplicações modernas e mesmo ao entretenimento de qualidade técnica. Com uma faixa de transmissão de dados ampla, práticas como telemedicina e downloads de filmes em alta definição se tornam possíveis e cotidianas. Logo, quem tiver mais acesso à banda larga terá também mais acesso a serviços públicos de nova geração.
Velocidade média
A diferença nos níveis de acesso também é presente na velocidade média fornecida pelos provedores. Os europeus, por exemplo, além de terem um serviço mais presente, também podem navegar pela internet com mais rapidez. A banda média oferecida no mercado do Velho Continente é de 3,5 Mbps, enquanto na América do Sul é de 1,3 Mbps. Na Ásia, a situação é ainda melhor, com média de 4,4 Mbps, contra 3,5 Mbps da América do Norte.A comparação fica ainda mais discrepante quando se compara a velocidade média das conexões disponíveis no mercado em cada país. O índice global, de acordo com a Akamai, é de 1,7 Mbps.
A Coréia do Sul, no entanto, é uma das responsáveis por puxar esse número para cima. No país asiático, o consumidor tem à disposição conexão em altíssima velocidade. A média lá é de 14 Mbps, bem à frente do segundo colocado, o também asiático Japão. Quando precisam carregar uma página ou baixar um filme, os nipônicos têm serviços que oferecem 7,9 Mbps, em média. Hong Kong vem logo atrás, com 7,6 Mbps. A barreira dos sete megas só é quebrada a partir da quarta colocação, ocupada pela Romênia, com 6,2 Mbps de média.O diretor de marketing da Akamai, David Belson, no entanto, faz ressalvas importantes para esses números. “Os países líderes, em geral, são pequenos, com grande parte da população concentrada nas grandes cidades, que também são poucas. Isso barateia o custo de instalação.
Há também fortes investimentos governamentais para melhorar a infraestrutura de banda larga nesses locais”, disse o executivo em entrevista à rádio “American Public Media” no dia 20 de janeiro.Não à toa, os grandes países, em termos de extensão territorial e populacional, estão pondo dinheiro pesado para melhorar seus índices de conectividade. A Austrália, por exemplo, está investindo cerca de US$ 30 bilhões para ampliar sua rede de banda larga ao longo de oito anos, como noticiou o Guia das Cidades Digitais em abril do ano passado.
O Japão anunciou investimentos da mesma escala, enquanto o governo Obama se comprometeu a disponibilizar US$ 7,2 bilhões para disseminar o acesso à banda larga naquele país.A intenção desses países é não só difundir a internet em alta velocidade como aumentar a rapidez da troca de dados. A Akamai faz uma lista dos países lideres na alta banda larga, aquela com serviços maiores que 5 Mbps. Esse índice foi responsável por 19% das conexões à internet no terceiro trimestre de 2009, de acordo com a empresa. Na Coréia do Sul, 74% dos acessos se dão nessa faixa, índice bastante superior ao resto do mundo. Em termos de comparação, o segundo colocado, o Japão, possui 60% das conexões dentro desse universo de navegação ultrarrápida. Dezesseis por cento dos coreanos conseguem fazer downloads a taxas maiores que 25 Mbps, índice impensável atualmente no Brasil.
De acordo com a empresa, apenas 1,4% das conexões brasileiras são maiores que 5 Mbps.No extremo oposto da tabela estão os países africanos e algumas ilhas do Pacífico. Nesses locais, internet ainda é uma realidade distante. E rara. O índice da “banda estreita” é liderado pela pequena Mayotte, ilha africana no oceano Índice. Lá, 99% das conexões são feitas com velocidades menores que 256 kbps. Os percentuais são semelhantes em outros países do continente africano, como Zimbábue (95%), Malauí (95%), Etiópia e Ruanda (93%).

Situação no Brasil
O estudo da Akamai aponta a velocidade média disponível no Brasil como sendo de 1 Mbps. E afirma ainda que quatro das cidades “mais rápidas” da América do Sul estão no país, oferecendo velocidade média entre 1,6 e 1,9 Mbps. O relatório destaca Curitiba, Florianópolis, Campinas e Belo Horizonte. A capital paranaense aparece como a de maior rapidez na conexão, com 1,9 Mbps em média. Contudo, fica na quarta posição dentro do continente. A liderança cabe à cidade de Cucuta, na Colômbia, com 2,4 Mbps, ainda muito distantes dos incríveis 33 Mbps disponíveis na cidade de Sandy, nos EUA, que lidera o ranking mundial de acordo com a empresa de consultoria.A baixa velocidade em oferta no Brasil é comprovada por outros estudos.
O “Barômetro Cisco de Banda Larga”, produzido pela empresa de tecnologia, mostra que apenas 5,8% da população brasileira possui acesso a internet rápida. Dos que podem navegar com esse tipo de conexão, 66% o fazem com velocidades menores que 1 Mbps. E, segundo outra pesquisa, feito pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), ainda pagamos caro por um serviço de má qualidade. O custo médio de serviço de banda larga no Brasil é de R$ 162. Para comparar, nos países que compõem a Organização para Cooperação Econômica e Desenvolvimento (OCDE, na sigla em inglês), o custo mensal é de US$ 22,25, o equivalente a cerca de R$ 40. E isso por um serviço que, muitas vezes, não é menor que cinco megabits por segundo, como no Japão. De acordo com os pesquisadores do órgão público, o valor é alto devido à falta de infraestrutura, à alta carga tributária e à ausência de concorrência em muitas localidades.

Data: 01 de fevereiro de 2010
Autor: Marcelo Medeiros
Referência:

Plano Nacional de Banda Larga está pronto

Em reunião a portas fechadas realizada nesta terça-feira, 2 de fevereiro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva apresentou o Plano Nacional de Banda Larga a representantes de organizações da sociedade civil, adiantando os termos da proposta que será levada a público nas próximas semanas.

O plano irá de fato reativar a Telebrás para ser a gestora da infovia nacional de banda larga. A infraestrutura inicial da empresa será composta pelas redes da extinta Eletronet, como já vinha sendo falado. A novidade está na confirmação de como será a participação do setor privado na infovia.

Ao contrário do que as teles desejavam, não será feita concessão para que elas operem ou explorem as fatias da infovia nacional. O governo irá gerir a rede por conta própria, por intermédio da Telebrás, e pretende levar a web para todos os municípios brasileiros. Da porta dos municípios para a casa dos indivíduos - a chamada última milha -, a responsabilidade seria de pequenos provedores locais.

Segundo Carlos Afonso, consultor em gestão da internet que participou da reunião, o plano foi bem aceito pelos participantes da reunião, grupo que incluiu também Rodrigo Baggio, diretor do Comitê para Democratização da Informática (CDI); Beatriz Tibiriçá, consultora em projetos de digitalização em governos; Marcelo Branco, representante da Associação Software Livre.org; Sergio Amadeu, professor da Casper Líbero, entre outros.

Afonso conta que a reativação da Telebrás, ponto polêmico para representantes do segundo setor, também foi bem aceita pelos participantes da reunião. “É um projeto complexo. Uma rede deste tamanho demanda uma gestão dedicada. Não pode ser feita dentro de um departamento de um ministério”, defende ele. “E, como já existe a Telebrás, melhor utilizá-la para ganhar tempo”, completa.

De acordo com Afonso, que é ainda diretor da organização Rede de Informações para o Terceiro Setor (RITS), o presidente também aceitou bem a proposta, lamentando apenas o fato de ser difícil conseguir implementar a proposta ainda neste ano, antes que acabe sua gestão. “Neste ano há eleições. Então, teriam que correr muito com tudo para dar tempo de colocar em prática. Ele pretende, então, deixar tudo pronto para a próxima gestão”, conta Afonso.

Segundo cálculos do governo, além dos 17 mil quilômetros das fibras da Eletronet, a infovia nacional disporia de outros 15 mil de empresas públicas, como as de distribuição de energia elétrica (Eletrobras, Eletronorte, Furnas etc.). Mesmo assim, seria necessária expansão da infraestrutura, a um custo de R$ 30 bilhões. Segundo cálculos feitos pelo governo para a elaboração do plano, em 2014 já haveria retorno no investimento feito. Até 2013, seria possível já ter 31 mil quilômetros de fibra, atingindo 4.800 municípios.

Nos próximos dias, o plano será apresentado à sociedade e deve ser colocado em consulta pública.

A portas fechadas

O que era para ser uma reunião reservada tornou-se rapidamente pública em função do Twitter. Logo antes da reunião, Rodrigo Baggio, diretor do Comitê para Democratização da Informática (CDI), informou através de seu microblog que teria uma reunião com o presidente em seguida.
Durante a reunião, o representante da Associação Software Livre.org, Marcelo Branco, twitou sobre o encontro. "Depois de muito trabalho conseguimos conquistar de novo a Eletronet. Queremos fazer a Telebrás voltar a funcionar", escreveu.
Também nesta terça, o próprio ministro do Planejamento, Paulo Bernando, informou em seu twitter que “Marcelo Branco pediu e foi autorizado a usar celular e laptop para fotografar e postar informações e fotos". Ele também comunicou que não sabia previamente que a reunião do PNBL seria aberta aos 'tuiteiros'. “Sabendo, poderíamos ter divulgado a lista deles antes, para a galera acompanhar", declarou o ministro.

O PNBL

O Plano Nacional de Banda Larga surgiu em finais de setembro de 2009, quando o presidente Lula convocou seus ministérios e solicitou a elaboração de um plano que, posto em prática, levasse a todo o país acesso à internet em alta velocidade à população. Dois grupos de trabalho foram formados: um com viés técnico, outro com cunho regulatório. O esforço envolveu diversos ministérios - Casa Civil, Comunicações, Planejamento -, além da Secretaria de Assuntos Estratégicos e de representantes da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

O prazo - 45 dias - inicialmente dado pelo presidente para apresentação do esboço do plano venceria em 10 de novembro e foi adiado mais de uma vez, em função de festas de fim de ano e falta de consenso com relação à proposta a ser apresentada. Uma das divergências mais visíveis foi entre a posição apresentada pelo Ministério das Comunicações - cujo titular, Hélio Costa, vem defendendo firmemente a participação das teles na operação da rede nacional - e a do Ministério do Planejamento, que defende a formação da rede pública, com gerência do governo federal.
Referência:

3 de fev de 2010

DEBUG EM FIREWALLS JUNIPER - PARTE I

Olá galera. Aproveitando os últimos excelentes posts da Thais e do Bruno, vou dar uma dica muito legal sobre o debug em Firewall Juniper :)

Muitas vezes durante um troubleshooting nos deparamos em situações em que o tráfego não aparece nos logs, e não sabemos realmente se esses pacotes estão chegando até o equipamento ou não estão.

Como saber se esses tráfegos chegam até o Firewall e porque eles estão sendo descartados?

Em primeiro lugar é preciso entender como funciona o tráfego de pacotes dentro do equipamento, e é isto que eu vou explicar neste por.


Segue abaixo os passos que o pacote segue até que seja gerada a sessão:


1 - Interface de origem - O modulo de interface identifica a interface de origem do pacote e, consequentemente a zona de origem.

2- Screen Filter - Primeira verificação de segurança de um pacote, se a opção SCREEN estiver associada a esta zona o firewall irá verificar algumas anomalias de pacotes assim como alguns tipos de ataques mais comuns (como o spoofing ou ICMP flood)

3 - Session Lookup - Este é o momento em que o firewall verifica se esse pacote pertence a uma sessão já existente, se sim ele permite a passagem do pacote sem ter que passar pelos próximos passos, economizando recursos do equipamento como CPU e memória.

4 - MIP/VIP - Nesta etapa o firewall verifica se tem algum nat (do tipo MIP ou VIP) associado aos IPs de destino do pacote.

5 - Rota - Momento em que o Firewall verifica se existe rota para esse tráfego, sendo ela PBR, rota por destino, interface ou zona.Se não houver rota válida em nenhuma dessas tabelas o pacote é descartado já neste passo.

6- Política - O Firewall verifica se o tráfego bate em alguma regra de acesso (policy) configurada. Se bater em política de Deny o pacote é bloqueado e o firewall gera um log, desde que exista a polícita implícita de Deny, se bater em uma regra de Permit então o Firewall passa para o passo seguinte.

7- Nat de origem ou Nat destino - Aqui o firewall verifica se existe NAT (tanto de origem quanto de destino) configurado na regra de acesso.É diferente do ítem 4 onde ele verifica se existe apenas nats do tipo MIP ou VIP, que são associados a IPs e não na regra de acesso.

8- Criando sessão - A sessão é criada e adicionada a tabela de sessão com o resultado dos passos 1 a 7.

9- Operação - O Firewall então realiza algumas funções específica da sessão, como por exemplo: realização do NAT, tunnel VPN, encriptação, decriptação e packet forwarding.

Apenas após a passagem do pacote por esses 9 passos será possível verificar o mesmo no arquivo de logs, se por algum motivo o pacote parar em outros passos só será possível verificar a causa do descarte através do comando debug.

Veremos opções do comando debug na segunda parte deste post.

Abraços!

Ricardo Nilsen Moreno

TTCP(Test TCP) - O que é isso?

Pessoal,

Seguindo o ótimo post da Thais sobre Troubleshooting...

Aprendi sobre uma ferramenta muito boa para testes de performance. É o TTCP(Test TCP).

Ela pode ser usada pra fazer testes de throughput entre dois devices. No Cisco IOS, foi implementado a partir da versão 11.2 com as extensões IP Services ou Provider.

Para utilizá-lo, é necessário se logar em dois devices, de preferência o mais próximo da origem, e do destino. O comando é rodado no modo EXEC Privilegiado, e não é mostrado no help por não ser suportado.

Este exemplo abaixo utiliza os parâmetros padrões do TCP para fazer um teste na porta 443(https) com um pacote do tamanho de 20 Kilobytes.

No destino, inicia-se o modo receive. Especifiquei a porta 443 no parâmetro "port":
----
Router1#ttcp
transmit or receive [receive]:
perform tcp half close [n]:
receive buflen [8192]:
bufalign [16384]:
bufoffset [0]:
port [5001]: 443
sinkmode [y]:
rcvwndsize [4128]:
delayed ACK [y]:
show tcp information at end [n]:

ttcp-r: buflen=8192, align=16384/0, port=443
rcvwndsize=4128, delayedack=yes tcp
----
O modo receive fica esperando o tráfego.

Na origem, inicia-se o modo transmit. No parâmetro "send buflen" coloquei 20480 bytes(20KB), e no parâmetro "send nbuf" coloquei 1(uma vez somente):
----
Router0#ttcp
transmit or receive [receive]: transmit
Target IP address: 192.168.0.2
perform tcp half close [n]:
send buflen [8192]: 20480
send nbuf [2048]: 1
bufalign [16384]:
bufoffset [0]:
port [5001]: 443
sinkmode [y]:
buffering on writes [y]:
show tcp information at end [n]:

ttcp-t: buflen=20480, nbuf=1, align=16384/0, port=443 tcp -> 192.168.0.2
ttcp-t: connect (mss 1460, sndwnd 4128, rcvwnd 4128)
ttcp-t: 20480 bytes in 68 ms (0.068 real seconds) (~293 kB/s) +++
ttcp-t: 1 I/O calls
ttcp-t: 0 sleeps (0 ms total) (0 ms average)
----

O device rodando o modo transmit que diz quando que será enviado os pacotes. Assim que terminei de rodar o transmit, no receive, recebi o seguinte output adicional:

----
ttcp-r: accept from 192.168.0.1 (mss 1460, sndwnd 4128, rcvwnd 4128)
ttcp-r: 20480 bytes in 72 ms (0.072 real seconds) (~277 kB/s) +++
ttcp-r: 9 I/O calls
ttcp-r: 0 sleeps (0 ms total) (0 ms average)
----

Como podem ver acima, é mostrado que foram enviados 20480 bytes(20KB) em 0.07 segundos, a uma taxa de 277 kB/s!!

Espero que tenham entendido. Qualquer dúvida, me perguntem via comentário ou mandem e-mail para boss.silva@gmail.com!

Abraços!

Troubleshooting

Este post é especialmente escrito para os leitores mais jovens do Netfinders Brasil. Não exclusivamente, mas especialmente.

Ultimamente tenho ministrado muitos treinamentos voltados para Troubleshooting (identificação e resolução de problemas em redes de computadores) e para um público um pouco mais novo e extremamente afobado.

Eu entendo que isso seja uma característica da idade, mas temos que remediar o problema.

Você, aluno de CCNA, estagiário de redes, trainee........ precisa aprender a pensar sem digitar. Isso mesmo. Treine você mesmo para fazer uma coisa de cada vez, por mais que você ache que pode fazer várias coisas ao mesmo tempo (e eu entendo isso muito bem, porque também pertenço à geração Y ;) mas temos que nos controlar).

A questão é que, realmente conseguimos fazer várias coisas ao mesmo tempo, mas quando se trata de pensar em um problema específico, se dedicar à investigação é a melhor forma de chegar a um resultado mais preciso e em menor tempo.

Quando estiver tentando resolver um problema, esqueça do console do equipamento por um momento. Desenhe (num papel, de verdade) a rede que você está analisando. Faça anotações no seu desenho de endereços IP, links de trunk, links seriais, velocidades e tudo mais que achar que pode ter a ver com o seu problema. Condicione-se a prever o funcionamento da rede, quer dizer, tente imaginar tudo o que deveria acontecer se a rede estivesse funcionando normalmente. Que links deveriam estar bloqueados pelo Spanning Tree, que caminhos os pacotes deveriam estar tomando e vá anotando tudo isso no seu desenho.

Depois de ter entendido exatamente como a rede funciona você já terá uma boa idéia de onde o problema pode estar ou, no mínimo, conseguirá iniciar o seu diagnóstico por um equipamento mais estratégico na solução do problema.

Mas o nosso exercício de pensar antes de fazer não pára por aí. Continue nesta linha de trabalho até o final do processo. Por exemplo, se você observou o desenho da rede e, pela descrição do problema, imagina que possa ser um problema de rota, comece pensando no que você espera ver ao emitir o comando show ip route. Depois de pensar no que espera ver, digite o comando e confira se o que apareceu é o que você achou que deveria ser.

Perceba que, desta forma, você está procurando pelas pistas e eliminando detalhes de verdade!

Eu sei que é difícil controlar o impulso de querer digitar coisas loucamente num teclado, mas tenha certeza de que se você tentar prever os resultados seu troubleshooting será muito mais profissional, muito mais preciso e impressionará muito mais do que você imagina.

Controlem seus impulsos, galerinha. É pensando e analisando que vocês se tornarão os melhores no que escolheram fazer. E vão ver que isso, no final das contas, vai deixá-los muito satisfeitos consigo mesmos.

Fica a dica, povo.

Até o próximo!

Ah! Sim! Antes de eu ir embora... Outra maneira de ficar muito bom no que você faz é explicar como as coisas funcionam pra outra pessoa. Quando você ensina, aprende muito mais. ;)

Pronto. Agora fui! Beijocas!

Your Inspiration. Our Global Resources. A New Business.

Cisco anuncia a sua segunda Cisco I-prize. Empresários da concorrência global apresenta propostas e colaborar para criar a idéia para o próximo bilhão de dólar em negócios.

As idéias devem cair em uma das quatro categorias abaixo:

* O Futuro do Trabalho: Novas soluções que acelerem a forma como fazemos negócios;
* The Connected Life: inspirações Tecnológico que melhorar drasticamente as condições de vida e difusão da cultura;
* New Ways to Learn: soluções de próxima geração que se transformam, onde e como as pessoas aprendem;
* O futuro do entretenimento: novas soluções que mudar a forma como as pessoas jogam juntos.

A equipe vencedora receberá um prêmio de $ 250.000.


Inscrições: http://www.cisco.com/web/solutions/iprize/index.html

Quem topa?
Vamos as ideías e bom divertimento.

2 de fev de 2010

LAB "Cabuloso" na Prova de BSCI !!!

PessoALL,

Segue abaixo e-mail do Fabricio Araujo Lopes da Costa, meu aluno de CCNP aos sábados e que no dia 29/01/2010 deu o primeiro passo para alcançar o CCNP, passando na Prova de BSCI !

Ele relata um Lab que caiu em sua Prova realmente "cabuloso", como exclamou o próprio Fabricio.
Alguém já se deparou com algo assim ???

Confiram:


Adilson, bom dia !

Fiz a prova hoje do BSCI e fui
aprovado ! passei um email pro resto da turma falando mais ou menos o que caiu
inclusive caiu um lab que eu não vi em lugar nenhum.... fiz um desenho meio nas
coxas pra mostrar mais ou menos como era o lab, o mais bizarro é que quase
NENHUM COMANDO funcionava no lab !!! a idéia dele era a seguinte vc tinha que
pingar o ip que estava na nuvem atravez da loopback 0 do router lá de cima que
rodava EIGRP, só que olha oq acontece.... o router que esta na borda aprendendo
as rotas OSPF não repassam elas de jeito nenhum pro outro router que roda EIGRP,
entrei no processo EIGRP e redistribui as rodas to OSPF que ele aprendeu mas nos
vizinhos as rotas não apareciam nem com reza, agora o mais cabuloso os 3 routers
que rodavam EIGRP não formavam adjacencia EIGRP e estava tudo configurado
certinho não tinha nada bloqueando inclusive um conseguia pingar a interface do
outro... e vários comandos não funcionavam (ping,traceroute, entrar no processo
ospf em alguns routers não ia, salvar as configs também não funcionava) enfim
fiquei 40 minutos tentando fazer esse lab mas nada mudava na tabela de
roteamento por mais que eu fazia... ai pulei a questão... o que me faz crer que
esse lab tava zuado e que ele considerou meus comando foi o meu score 910,
dúvido que aquele lab valesse só 90 pontos e além do mais eu errei bastante
coisa nos outros tópicos olha abaixo

Implement EIGRP operations 100%
Implement multiarea OSPF operations 66%
Describe IS-IS 100%
Implement Cisco IOS routing Features 80%
Implement BGP for enterprise
ISP connectivity 88%
Implement multicast forwarding 85%
Implement IPv6
88%



Com isso chego a conclusão que é um grande mistério o peso de cada
questão... o negócio é ir bem em EIGRP que é a menina dos olhos da cisco, parece
que o peso da nota é maior... vai entender...

Fabricio,

Mais uma vez, PARABÉNS !!! Quanto ao Lab, também nunca vi nada igual.

1 de fev de 2010

101 Laboratórios CCNA !!!

Quem passou esta dica foi o Deco, no forum do blog ccna.com.br, que por sua vez encontrou o anúncio no blog angolano http://snnangola.wordpress.com.

101 Laboratórios para aspirante a CCNA nenhum botar defeito ! confiram em:


http://www.howtonetwork.net/public/department140.cfm

Tee e Redirect no IOS

Olá Pessoal,

Bem-vindos ao NetFinders Brasil. Como meu primeiro post, quero deixar uma dica que me ajuda muito no dia-a-dia, e espero que possa ajudar a quem tenha lido esse post. É o simples uso do redirect e o tee no IOS.

Para quem utiliza Linux, o redirect é como o ">". Ele armazena a saída de um comando e joga em um arquivo. Por exemplo:

Router#show ip route | redirect flash:exemplo-redirect
Router#show flash:

System flash directory:
File Length Name/status
1 508 exemplo-redirect


Temos também o tee. Ele é usado da mesma maneira em sistemas baseados em Unix. Ele além de armazenar a saída de um comando, ainda mostra na tela! Por exemplo:

Router#show ip route | tee flash:exemplo-tee
Codes: C - connected, S - static, R - RIP, M - mobile, B - BGP
D - EIGRP, EX - EIGRP external, O - OSPF, IA - OSPF inter area
N1 - OSPF NSSA external type 1, N2 - OSPF NSSA external type 2
E1 - OSPF external type 1, E2 - OSPF external type 2
i - IS-IS, su - IS-IS summary, L1 - IS-IS level-1, L2 - IS-IS level-2
ia - IS-IS inter area, * - candidate default, U - per-user static route
o - ODR, P - periodic downloaded static route

Gateway of last resort is not set

Router#show flash:

System flash directory:
File Length Name/status
4 508 exemplo-tee


Também é possível utilizar para mandar a sua config para um servidor TFTP, ou FTP. Basta mudar a cláusula de "flash:" para "tftp:" ou "ftp:".

Espero que tenham gostado!

Críticas? Por favor comente. Só assim saberei como estou indo ;-).

O que vc gostaria de ver no ::NETFINDERS_BRASIL:: ???

PessoALL,

Estou abrindo este espaço para que todos os leitores do :: NETFINDERS_BRASIL :: enviem suas sugestões sobre temas para os próximos posts. Como vcs irão perceber, também adicionei um novo gadget no Blog chamado "Comentários Recentes" que visa dar maior visibilidade aos comentários inseridos.
Vamos lá galera, sobre que temas vcs gostariam de ler por aqui ???
Grande Abraço !

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