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29 de dez. de 2011

VTP versão 3 - o retorno ???


Nova versão do protocolo proprietário da Cisco promete resolver velhos problemas. Será que vai pegar ???

O Virtual Trunking Protocol é um velho conhecido daqueles que estudaram e estudam para o exame CCNA. As versões 1 e 2 do protocolo trazem um problema de segurança muito temido: Qualquer novo Switch colocado no domínio que tenha um número de revisão maior do que o número atualmente usado pode sobrescrever o database de todos os Switches, independente deles estrem em modo Client ou Server.

Pois bem a versão 3 do VTP resolve este problema definindo um único Servidor Primário capaz de editar o vlan database do dominio. É possivel manter Servidores secundários mas estes só servem de backup para o primário mantendo as configurações na NVRAM.

Além disso, a versão 3 do VTP consegue propagar outros tipos de databases como instâncias de Multiple Spanning Tree (STP) e configurações de Private VLANs, coisas que o VTP até então não era capaz de fazer.

Esta versão do protocolo na verdade já não é tão nova, criada originalmente para CAT OS, foi portada para os IOS da familia 6500 e agora finalmente está disponivel para plataformas mais baixas como 3750, 3560 e 2960.

É um assunto não muito discutido e que não é cobrado nem no exame CCNP Switch, mas creio que é interessante revirar o cisco.com a procura de maiores informações sobre o VTP version 3.

Have Fun !!!

14 de set. de 2010

Lab On-line gratuito agora com Switches 3560


No final do ano passado anunciamos aqui no Netfinders que a comunidade PacketLife oferece agendamento gratuito para a utilização de um Lab Cisco On-line. A boa-nova é que agora este Lab foi turbinado com a adição de 2 switches 3560.

Ideal para os candidatos a prova de CCNP SWITCH que geralmente tem dificuldades em emular um ambiente com Switches reais (O Dynamips/GNS3 não dá suporte a tecnologia ASIC). Recentemente o Lab recebeu seu segundo 3560 de um doador que prefere ficar no anonimato. Confira a nova topologia do PacketLife em http://packetlife.net/lab/.

Mas quem quiser usufruir deste laboratório deve agendar com bastante antecedência, pois a agenda dos 2 pods disponiveis está toda ocupada. A comunidade recebe doações para compra de outros equipamentos e agora lançou a seguinte enquete:

O que poderia ser adquirido para incrementar ainda mais o Lab Online ? Telefones IP ? Qual seria a sua sugestão ???

9 de set. de 2010

Tecnologia Cisco StackWise

A tecnologia StackWise permite interligar Switches Catalyst 3750 e 3750E num único bloco gerenciavel possibilitando gerenciamento centralizado, configuração única e stack ring de 32 Gbps.

Switches 3750 possibilitam o empilhamento de até nove dispositivos que atuam de forma integrada. Um Switch master é eleito na pilha e possibilita a gerência do grupo atráves de um único endereço IP. Uma única configuração pode ser imposta e o ideal é que a mesma versão de IOS seja usada em todas as caixas (O próprio master pode exportar seus IOS aos novos membros, solicitar de um TFTP Server a imagem adequada ou colocar a caixa em quarentena solicitando um upgrade manual da imagem do sistema).

Existem duas variações do StackWise: O Stackwise tradicional criado para os Switches 3750 e o StackWise Plus criado para os novos Switches 3750E. Para utilizar a nova versão, todas as caixas devem ser 3750E. Caso existam os dois modelos dentro da pilha, o Stackwise tradicional é adotado.

Diferenças

O Stackwise tradicional tem duas desvantagens:

1) Todo o tráfego unicast deve ser inserido no stack ring para ser entregue ao destino final (mesmo que este esteja no switch local), ocupando banda desnecessariamente (no Local Switching)



2) Quem deve remover um quadro unicast do ar é a origem, o que força um quadro já entregue a percorrer toda a pilha (Source Stripped)



Assim, o Stackwise Plus permite unicast Destination Stripped (Destino remove quado do ar) e Local Switching (quadro pode ser entregue pelo Switch local sem passar pelo stack ring)

É importante lembrar que:

a) Tráfego Multicast e Broadcast sempre usam o método Source Stripped nas 2 versões do Stackwise, já que os destinos podem estar em diferentes switches da pilha.

b) Mesmo trabalhando com Stackwise tradicional numa pilha mista, o 3750E ainda pode fazer Local Switching.

Para maiores informações sobre o processo de eleição do Master, QoS nativo e outros, consulte:

http://www.cisco.com/en/US/prod/collateral/switches/ps5718/ps5023/prod_white_paper09186a00801b096a.html

Uma pena que não dá para simular isto num Packet Tracer ou GNS3 não é mesmo ???

2 de set. de 2010

Saiba mais sobre CEF

Cisco Express Forwarding - CEF - é um termo usado para descrever um dos mecanismos mais utilizados pelos roteadores e Switches Cisco para encaminhar pacotes.
CEF é encontrada em quase todos os roteadores Cisco IOS e switches Catalyst. Entretanto, a documentação sobre o tema é bastante escassa. Do ponto de vista do pessoal técnico, CEF é um tema amplamente mal compreendido, cuja aplicação varia significativamente em múltiplas plataformas Cisco. engenheiros da Cisco, parceiros, integradores e clientes carecem de material sobre o tema para corretamente implantar, manter e solucionar problemas em sua redes.

No link abaixo, faça o download do livro "Cisco Express Forwarding" para saber mais sobre o assunto:

http://freebooksearcher.info/downloadbook.php?id=9214

No próprio site da Cisco, consulte:

http://www.cisco.com/en/US/tech/tk827/tk831/tk102/tsd_technology_support_sub-protocol_home.html

6 de jan. de 2010

Alta disponibilidade

Olá, povo!

Depois de um longo período sem aparecer por aqui, estou de volta com um assunto mais técnico, mas lightzinho, só pra esclarecer alguns pontos.

O intuito deste post, na verdade, é ressaltar as diferenças entre três protocolos importantes no nosso mundinho Cisco: HSRP, GLBP e VRRP.

Mas... First things first...

Para garantir alta disponibilidade é comum ter dois equipamentos idênticos em produção onde um deles age como ativo e outro fica em standby até que o principal esteja indisponível, assumindo, neste momento, suas funções, até que aquele seja reposto em atividade.

O protocolo VRRP é um dos disponíveis para esta função. É aberto e basta o IOS suportá-lo para ser implementado.

O VRRP garante alta disponibilidade utilizando um IP virtual pelo qual todos os equipamentos envolvidos respondem. Desta forma, o grupo de equipamentos redundantes se apresenta ao restante da estrutura como um só. Isso significa que, se o equipamento ativo sair do ar, os pacotes passam a ser encaminhados para um dos standbys automaticamente, de forma transparente para os hosts da rede.

O HSRP e o GLBP desempenham a mesma função, mas são protocolos proprietários CISCO. A diferença é que o HSRP provê apenas alta disponibilidade enquanto o GPBP também banlanceia carga entre os equipamentos por virtualizar não só o IP mas também o endereço MAC do grupo.

HSRP

GLBP

Em termos de configuração, os três protocolos também são muito parecidos. Para o VRRP:

RouterA#configure terminal
RouterA(config)#interface FastEthernet 0/0
RouterA(config-if)#ip address 192.168.10.1 255.255.255.0
RouterA(config-if)#vrrp 1 ip 192.168.10.100 (onde 1 é o identificador do grupo)
RouterA(config-if)#vrrp 1 priority 50
RouterA#show vrrp

Para o HSRP:

RouterA#configure terminal
RouterA(config)#interface FastEthernet 0/0
RouterA(config-if)#ip address 192.168.10.1 255.255.255.0
RouterA(config-if)#standby 1 ip 192.168.10.100 (onde 1 é o identificador do grupo)
RouterA(config-if)#standby 1 priority 50
RouterA(config-if)#standby 1 preempt (o parâmetro preempt faz com que o equipamento ATIVO volte a ser ATIVO quando estiver no ar novamente)
RouterA#show standby
E para o GLBP:

RouterA#configure terminal
RouterA(config)#interface FastEthernet 0/0
RouterA(config-if)#ip address 192.168.10.1 255.255.255.0
RouterA(config-if)#glbp 1 ip 192.168.10.100 (onde 1 é o identificador do grupo)
RouterA(config-if)#glbp 1 priority 50
RouterA(config-if)#glbp 1 preempt
RouterA#show glbp

Os exemplos foram dados com roteadores, mas estes recursos também estão disponíveis para switches. Aliás, são muito utilizados no Core das redes, onde estes serviços são essenciais. Se você tem dois 6500 no Core da sua rede é muito provável que ele esteja usando um destes recursos. ;)

E por hoje é só, PessoALL! Até a próxima!

8 de dez. de 2009

Por dentro das coisas - Firewalls

Oi, povo!

Continuando a Saga "Por dentro das coisas", aqui está o vídeo de Por dentro do Firewall.

Desta vez abri um ASA 5510 pra mostrar o que tem dentro. Prestem atenção ao módulo que está neste equipamento. É um módulo de antivírus da TREND.

Aqui está o vídeo e, com ele, encerro a primeira temporada do "Por dentro das Coisas".



Beijocas!

4 de dez. de 2009

Por dentro das coisas - Roteadores

Oi, povo!

Continuando a Saga "Por dentro das coisas", aqui está o vídeo de Por dentro do Roteador.

Desta vez são dois roteadores Cisco (um 2509 e um 2811).

O vídeo foi gravado no mesmo dia que o dos switches e com o mesmo intuito... então... aqui está:



Aguardem pelo terceiro e último episódio desta temporada. ;) Beijocas!

2 de dez. de 2009

Por dentro das coisas - Switches

Oi, povo!

Atendendo ao pedido do Adilson depois do post do cadeado no Coisa de Meninos Nada, abri alguns equipamentos da Cisco pra mostrar o que eles têm por dentro.

Abri dois switches, dois roteadores e um firewall e separei tudo em três vídeos que vão virar três posts, começando por este.

Aqui podemos entrar em detalhes mais técnicos e o povo pode, inclusive, me corrigir se perceber que eu falei alguma bobagem no vídeo... afinal de contas, eu ainda tenho muito a aprender também... ;)

Junto com outros dois colegas de trabalho, abrimos os equipamentos e fomos identificando os componentes, portanto, agradeçam à Telsinc pela aventura... ;)

Enfim... sem mais delongas... aqui está o primeiro da série. Os equipamentos deste vídeo são um Catalyst 3524 e um 3750. Espero que gostem e nos vemos no próximo post.

23 de nov. de 2009

Infraestrutura virtual


Ola PessoALL Netfinders, vamos falar um pouco de virtualização de infraestrutra, bem os componentes chaves de um rede virtual em um VMware Infrastructure são os adaptadores e switches Ethernet virtual. Uma máquina virtual pode ser configurada com um ou mais adaptador Ethernet virtual e Switches virtuais permitem que as máquinas virtuais no mesmo host VMware ESX para se comunicar com os outros usando os mesmos protocolos que seriam utilizadas durante switches físicos, sem a necessidade de hardware adicional. Eles também suportam VLANs que são compatíveis com implementações VLAN padrão de outros fornecedores, como a Cisco.

Conectando Maquinas Virtuais na sua Rede

Tecnologia VMware permite uma ligação local para máquinas virtuais para si e para a rede corporativa externa através do switch virtual. O switch virtual emula um comutador de rede Ethernet tradicional física na medida em que ele encaminha quadros na camada de enlace de dados. VMware ESX pode conter múltiplos switches virtuais, cada uma com mais de 1.000 internos portas virtuais para o uso da máquina virtual.

O switch virtual conecta à rede da empresa por meio de adaptadores de saída Ethernet. Um máximo de oito portas Gigabit Ethernet ou dez portas 10/100 Ethernet pode ser usada pelo switch virtual para as ligações externas. O switch virtual é capaz de ligar VMNICs várias todas juntas, de um modo muito parecido com o agrupamento de NICs em um servidor tradicional, oferecendo maior disponibilidade e largura de banda para as máquinas virtuais usando o switch virtual.

Adaptadores Ethernet Virtuais.

Existem três tipos de adaptadores disponíveis para máquinas virtuais em VMware Products:

1-) vmxnet para virtualizado é um dispositivo que funciona apenas se o VMware Tools é instalado no sistema operacional. Este adaptador é otimiza os ambientes virtuais e projetado para alta performance.

2-) vlance emula a AMD Lance pcnet32 adaptador Ethernet. É compatível com a maioria dos sistemas 32-bit operacional convidado e pode ser utilizado sem o VMware Tools.

3-) e1000 emula o adaptador Ethernet Intel E1000 e é usado em ambos os 64-bit ou 32-bit máquinas virtuais.

Existem dois outros adaptadores virtuais que estão disponíveis através da tecnologia VMware.

1-) Vswif é um dispositivo semelhante ao paravirtualizado vmxnet que é usado pelo serviço de VMware ESX console.

2-) Vmknic é um dispositivo no VMkernal que é usado pela pilha TCP / IP para servir NFS e clientes iSCSI software.

Switches Virtuais

Tecnologia VMware inclui switches virtuais que você pode construir sobre a demanda de tempo e execução para fornecer funções diferentes, incluindo:

Encaminhamento de Camada 2.
VLAN tagging, descascando e filtragem.
Camada 2 de segurança, verificação e descarga de segmentação.

Esta abordagem modular reduz a complexidade e maximiza o desempenho do sistema, carrega a tecnologia de virtualização VMware apenas os componentes necessários para apoiar o físico específico e virtuais tipos de adaptador Ethernet usado na configuração. Além disso, o design modular permite VMware e desenvolvedores de terceiros a incorporar novos módulos para aprimorar o sistema no futuro. Até 248 switches virtuais podem ser criadas em cada host VMware ESX. Seguintes são características importantes de comutadores virtuais:

As portas virtuais: As portas de um switch virtual fornecem pontos de conexão lógica entre os dispositivos virtuais e entre os dispositivos físicos e virtuais. Cada switch virtual pode ter até 1.016 portas virtuais, com um limite de 4.096 portos em todos os switches virtual em um host. As portas virtuais fornecem um canal de controle avançado para comunicação com os adaptadores Ethernet virtual que lhes são inerentes.

Portas Uplink: Uplink portos estão associados com adaptadores físicos, proporcionando uma ligação entre a rede virtual e das redes físicas. Eles se conectam ao adaptadores físicos, quando eles são inicializados por um driver de dispositivo ou quando as políticas de formação de equipes para switches virtuais são reconfiguradas. Adaptadores Ethernet Virtual conectar a portas virtuais quando você liga a máquina virtual, quando você toma uma ação para ligar o aparelho ou quando você migrar uma máquina virtual usando VMware VMotion. A atualização virtual do adaptador Ethernet para a porta do switch virtual com MAC filtragem da informação quando é inicializado ou quando ele muda.

Ports Groups: Ports Groups tornam possível especificar que uma determinada máquina virtual deve ter um determinado tipo de conectividade em cada host, e contêm informações de configuração suficiente para fornecer acesso à rede persistente e consistente para os adaptadores Ethernet virtual. Algumas das informações contidas em um grupo de porta inclui o nome switch virtual, VLANIDs e políticas para a marcação e filtragem, a política de agrupamento e modelagem de tráfego parâmetros. Trata-se de todas as informações necessárias para uma porta do switch.

Uplinks: Com a tecnologia VMware, uplinks são os adaptadores Ethernet físicos que servem como ponte entre a rede virtual e físico. As portas virtuais ligados a eles são chamados de portas uplink. Um host pode ter até uplinks a 32.

Outras coisas a considerar:

Switches virtuais não aprende a partir da rede para preencher seus quadros para a frente. Isso ajuda a minimizar os ataques de negação de serviço.

Interruptores Virtual podem fazer cópias privadas de dados do quadro usado para fazer o encaminhamento ou filtragem decisões. Isso garante que o sistema operacional do convidado não pode acessar dados sensíveis, uma vez que o quadro é passado para o switch virtual.

Tecnologia VMware garante que os quadros estão contidas na VLAN apropriada em um switch virtual
1) realizando os dados fora do quadro, uma vez que passa através do switch virtual, e
2) porque não há suporte dinâmico trunking que poderia abrir vazamentos de isolamento, fazendo os dados vulneráveis a ataques.

Switches Virtuais Vrs Switches Físicos.

Switches virtuais são semelhantes aos switches Ethernet físicos modernos de muitas maneiras. Como um interruptor físico, mantém um MAC: mesa em frente do portas e realiza pesquisa de quadro de destino e encaminhamento de quadros. Ele também suporta VLAN segmentação no nível de portas, de modo que cada porta pode ser configurada como uma porta de acesso ou do tronco, proporcionando o acesso aos VLANs únicos ou múltiplos.

No entanto, ao contrário dos interruptores física, switches virtuais não necessitam de um protocolo de árvore estendida, pois o VMware Infrastructure 3 impõe uma única camada de topologia de rede. Não há nenhuma maneira para interligar múltiplos switches virtuais. Além disso, o tráfego de rede não podem fluir diretamente de um switch virtual para outra dentro do mesmo host. Switches virtuais oferecem todas as portas que você precisa em um interruptor. Você não precisa cascatear switches virtuais ou evitar problemas nas conexões switch virtual, e porque eles não compartilham adaptadores Ethernet física, vazamentos entre switches não ocorrer. Cada switch virtual é isolada e tem a sua tabela de encaminhamento própria, assim que cada destino, o switch olha para cima pode corresponder apenas portas no mesmo switch virtual, onde o quadro se originou. Este recurso aumenta a segurança, o que torna difícil para hackers para quebrar o isolamento switch virtual.


Olha em breve eu vou ter mais coisas para contar sobre isto e principalmente sobre os equipamentos da Cisco Nexus.

Comentem....

Have Fun!

Danilo Rafael Elvedosa

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