5 de mai de 2009

MPLS - Parte 1

Olá pessoal!! COF!! COF!! COF!! Sim à um cara que surge das cinzas para poder voltar a comentar neste digníssimo, amado, aclamado e idolatrado Milk's Blogs!
Chega de papo vamos que interessa bem basicamente o pessoal que eu ministro treinamento estavam pedindo uma referencia sobre MPLS, bem ai está nos próximos dias a idéia é bem simples (eu acho q eu já disse isto aqui antes...) falar sobre MPLS, Descrição, Roteamento e conceitos de comutação, Label Switching, encaminhamento, Label Stack, ELSR, Vantagens! enfim, falar sobre MPLS! e começamos com uma breve introdução!!

O Multiprotocol Label Switching (MPLS) foi apresentado inicialmente com uma solução que possibilita melhorar a velocidade de encaminhando dos pacotes pela rede. Hoje em dia está sendo considerada uma tecnologia de grande importância que oferece novas tendências, principalmente para redes com base IP.

A ideia principal do MPLS é geração de uma etiqueta de comprimento fixo reduzido. Esta irá como uma forma de encurtar o cabeçalho IP. Este mesmo conceito é utilizado nos correios, onde a rua e cidade são representadas pelo endereço postal (CEP). No Roteamento tradicional, este campo é verificado e processado em cada roteador da rede até que ele chegue ao seu destino.

Como foi dito, no MPLS os IP são encapsulados através do uso de etiquetas, pelos dispositivos que se encontram na entrada da rede. O roteador de borda MPLS analise os índices dos cabeçalhos IP e seleciona uma etiqueta apropriada com que o pacote será encapsulado. Em análise pode ser baseada não apenas no endereço do destino que ele carrega dentro do cabeçalho, mais também pelo QoS requerido. Em todos os nós subsequentes dentro da rede MPLS, a etiqueta é utilizada pelos roteadores para realizar a decisão de encaminhando dos pacotes na rede.

Os roteadores IP convencionais contêm tabelas de roteamento onde são feitas buscas referentes a informação do cabeçalho IP de um pacote para que a decisão de encaminhamento seja tomada. Estas tabelas são construídas pelos protocolos de distribuição do IP (por exemplo, RIP ou OSPF). O roteamento em geral engloba o plano de encaminhamento e o plano de controle. No roteamento IP, a análise do cabeçalho é feito no plano de encaminhamento, e no plano de controle , é gerada a tabela de roteamento. No MPLS é possível separar o plano de encaminhamento do plano de controle. Com isso é possível modificar cada um separadamente. Devido a esta característica, não precisamos, por exemplo, mudar os dispositivos de encaminhamento caso se deseja mudar a estratégia de roteamento da rede.
Existem duas categorias de roteadores no MPLS. Na borda da rede, os classificadores de pacote precisam de um elevado desempenho no processo de aplicação (e retirada) das etiquetas: eles são conhecidos como roteadores de borda (ELSR, do inglês Edge Label Switching Label). A outra classe é composta pelos roteadores de núcleo. Uma de suas características principais é encaminhar os pacotes etiquetados de forma rápida. Por isso necessidade de um grau de processamento elevado. No nosso próximo encontro, iremos falar sobre o Ínicio do MPLS e as Mudanças nas redes Atuais... até mais pessoal!!


Danilo Rafael Elvedosa
Instrutor CCAI das Academias CISCO Senac CON / IBTA, consultor em Tecnologia como também Analista Network Siemens LATAM.

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